
A criminalidade infanto-juvenil cresce a cada ano, e com ela um grupo de pessoas destinadas a viverem no mundo da violêcia e discriminação e isso se conseguirem permanecer vivos. É triste ver como esses adolescentes são repudiados pela sociedade dita civilizada. Civilizada por que não matam nem roubam, pelo menos não diretamente e de forma violenta, mas que passam cheques sem fundos, rejeitam ajuda a quem precisa, não pagam seus impostos como deveriam e se acham no direito de não serem importunados pelos problemas de pessoas que não ''cresceram'' na vida. Essas pessoas, no entanto, foram desprovidas de condições básicas de educação, saúde e moradia, sendo vítimas de um sistema capitalista que não abre espaço para o crescimento destas.
Boa parte dos jovens que praticam atos ilegais não conseguem um emprego, mas precisam sustentar a família, usando o roubo como único meio. Outros são aliciados por bandidos a venderem drogas e consumi-las, tornando-se escravos do vício.
Resta a sociedade tão dita civilizada e com valores exepcionais assumir o papel que lhe cabe nesta problematização. Deve-se apoiar ao minimo financeiramente (já que a presença e o tempo é muito caro) os projetos sociais que trazem uma ocupação e capacitação aos jovens.O governo ( e não pense que eu o deixaria fora dessa) deve oferecer melhores condições de vida para as pessoas carentes, não tornando-as desocupadas e dependentes de dinheiro público, mas dando oportunidade de trabalharem e sustentar-se para que os filhos não usem o trabalho como desculpa para não estudar. Deve ultilizar a educação como arma eficaz na construção do cidadão. E TODOS devem fazer valer a constituição que dá a todos o direito a vida digna.

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