quarta-feira, 28 de abril de 2010

Pré Conseitu linguisticu, comu com-batelo





Uma das características que inevitavelmente temos em nosso próprio sangue é a diversidade. O Brasil é um dos pouquíssimos países em que não há uma raça definida e uma só cultura.
A pluralidade cultural advém desde que fomos colônia de exploração, em que tínhamos contato direto com negros, portugueses, holandeses, italianos, entre outros. Desde então constituímos um país, onde há mais de uma maneira de falar, pensar e interpretar.
Algumas pessoas, no entanto, por viverem em regiões mais desenvolvidas economicamente, e por terem o acesso a condições educacionais melhores, acham-se no direito de ter o ‘’monopólio’’ da língua, descartando e ridicularizando os mais variados tipos linguísticos por não seguirem um padrão, até hoje julgado o mais culto e correto e por apresentarem poder político e econômico inferior ao seu.
O que ocorre, na verdade, é a comum confusão entre características culturais locais, com a falta de conhecimento gramatical. O preconceito linguístico é minimizado quando temos a compreensão de que somos formados por diversidade, e cada região tem suas peculiaridades que deve ser respeitadas.



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